Não há dúvida de que o Governo tem as coisas bem organizadas e isso vê-se mesmo quando se lhe deparam contrariedades, como a do recente pedido de demissão de Francisco Nunes Correia, do cargo de coordenador do programa de reabilitação e requalificação urbana Polis, onde irá ser rendido por João Manuel Pereira Teixeira.
E para que os valores não se percam, Carmona Rodrigues, ministro das Obras Públicas, escolheu Francisco Nunes Correia para presidente do LNEC, cargo de que deverá tomar posse no próximo dia 28, e onde será coadjuvado por Carlos Matias Ramos, Carlos Pina e Pedro Mendes que assumem as vice-presidencias.
Nascido em 1953, João Manuel Pereira Teixeira licenciou-se em 1977 em Engenharia Civil e é especialista em Planeamento e Ordenamento do Território pela Ordem dos Engenheiros desde Junho de 2003.
E o que é que isso contribui para que o Programa Polis, aprovado, para as cidades então contempladas, há já um rôr de tempo e cujo tempo de conclusão aproxima-se sem nada feito.
Se o problema fosse de presidências e vice-presidências..., estaria tudo resolvido.
Mas infelizmente, e a meu ver, o problema passou, e passa, por uma questão de competência e de vontade política, para resolver uma questão que já estava por si resolvida.
O Governo e, nalguns casos, as próprias Câmaras são os grandes responsáveis pela não realização do Polis/Portugal.
Porca miséria !
Cumprimentos
Isaurindo Abegão